GRUPO CARLYLE, GEORGE BUSH E A FAMÍLIA DE BIN LADEN

http://resistir.info/varios/carlyle.html

http://plutocracia.com/artigos/negocios_ilicitos_da_dinastia_bush.html

(…)Apoio dos executivos-ladrões

Outro antigo contato da dinastia Bush que beneficiou o atual presidente foi com o Grupo Carlyle, um dos principais fornecedores do Pentágono. Antes de ser governador do Texas, Bush-II integrou o conselho de direção de uma das subsidiárias deste grupo, a CaterAir. As indústrias deste grupo fabricam, entre outras coisas, o tanque Bradley e as peças do helicóptero Apache. A guerra declarada por George Bush “contra o terrorismo” utiliza as armas fabricadas pelas empresas do Grupo Carlyle. Outra ironia da história é que a família Bin Laden também é uma poderosa acionista desta corporação transnacional.

Estas intrincadas relações com o “complexo industrial-militar” é que levaram George W. Bush ao poder. Em maio de 2004, quando vários escândalos colocaram no banco de réus os executivos-chefes de várias empresas, a revista Time revelou que sua reeleição teve o apoio financeiro de 261 destes criminosos; 31 contribuíram para seu adversário democrata, John Kerry. Entre as corporações que entraram em colapso por fraudes contábeis estava a Enron, a sétima maior multinacional do mundo na lista da revista Fortune, e a Arthur Andersen. Ambas foram as principais financiadoras de Bush. Ken Lay, o corrupto presidente da Enron, acompanhou-o desde o início da carreira política, ajudando-a a se eleger governador do Texas.(…)

http://exame.abril.com.br/revista-exame/edicoes/1050/noticias/gastar-e-facil

(…) Entre 2008 e hoje, o Carlyle foi o fundo que mais investiu no Brasil. E o que chamou atenção foi a volúpia com que procurou companhias de consumo. Foram 2 bilhões de dólares investidos em empresas como a operadora de turismo CVC, a fabricante de meias Scalina, a administradora de planos de saúde Qualicorp, as varejistas de brinquedos Ri Happy e PBKids e a rede de móveis Tok&Stok.(…)

https://en.wikipedia.org/wiki/The_Carlyle_Group

The Carlyle Group is an American multinational private equity, alternative asset management and financial services corporation based in Washington, D.C. As one of the largest private equity and alternative investment firms in the world, The Carlyle Group specializes in four key business areas: corporate private equity, real assets, global market strategies, and investment solutions.
Carlyle’s corporate private equity business has been one of the largest investors in leveraged buyout transactions over the last decade,[when?] while its real estate business has actively acquired commercial real estate. Since its inception, Carlyle has completed investments in companies such as Booz Allen Hamilton, Dex Media, Dunkin’ Brands, Freescale Semiconductor, Getty Images, HCR Manor Care, Hertz, Kinder Morgan, Nielsen, and United Defense.
Carlyle was founded in 1987 in Washington D.C. and currently operates with more than 1,700 professionals across 35 offices in North America, South America, Europe, the Middle East, Africa, Asia and Australia. As of March 31, 2015, Carlyle had $193 billion in assets under management across 130 funds and 156 fund of fund vehicles. Carlyle has investments in more than 200 companies and more than 250 real estate investments. Carlyle’s portfolio companies employ more than 675,000 people worldwide. The firm has more than 1,650 limited partners in 78 countries.
According to a 2015 ranking called the PEI 300 based on capital raised over the last five years, Carlyle was ranked No. 1 as the largest private equity firm in the world.[2](…)

(…)Carlyle’s 2001 investor conference took place on September 11, 2001. In the weeks following the meeting, it was reported that Shafiq bin Laden, a member of the Bin Laden family, had been the “guest of honor”, and that they were investors in Carlyle managed funds.[19][20][21][22][23] Later reports confirmed that the Bin Laden family had invested $2 million into Carlyle’s $1.3 billion Carlyle Partners II Fund in 1995, making the family relatively small investors with the firm. However, their overall investment might have been considerably larger, with the $2 million committed in 1995 only being an initial contribution that grew over time.[24] These connections would later be profiled in Michael Moore‘s Fahrenheit 911. The Bin Laden family liquidated its holdings in Carlyle’s funds in October 2001, just after the September 11th attacks, when the connection of their family name to the Carlyle Group’s name became impolitic.[25](…)

(…)
Mas só à primeira vista. Está fora de causa, para os grandes trutas do Carlyle, deixar o accionista médio aproveitar de um tal maná. Outra vantagem, que não é das menores: colocando-se fora do circuito bolseiro, o grupo não é obrigado a divulgar à Security Exchange Comission (a comissão americana encarregada de verificar a regularidade das operações bolsistas) o nome dos seus associados (e particularmente dos accionistas incómodos, como o clã Bin Laden) nem as suas fatias respectivas. Esta atitude é também o melhor meio de dissimular o pormenor das actividades, que poderiam ofuscar muita gente. Com efeito, cada vez que Bush Junior passa a encomenda de um tanque ou de um navio a uma sociedade do grupo Carlyle, em nome da defesa americana, é Bush Senior que passa pela caixa, para receber outro punhado de dólares, bem como os Bin Laden, que durante todos esses anos embolsaram os seus 34% de dividendos anuais.

O Carlyle Group prosperava tranquilamente na sombra, até que dois organismos governamentais, o Judicial Watch e o Center for Public Integrity, insurgiram-se contra a situação. Estas duas associações, que vasculham as milhares de páginas entregues pelo Congresso todos os anos, bem como os documentos desclassificados da CIA ou do FBI, denunciaram o estado de coisas [3] relatado pelo Wall Street Journal e pela BBC. É claro que uma tal notícia fez o Carlyle sair do seu mutismo. A família Bin Laden (excepto o maldoso Ussama, naturalmente) é constituída por pessoas respeitáveis informaram com a mão no coração os dirigentes do Carlyle Group e também Arabella Burton, secretária particular de John Major, quando a notícia se tornou conhecida.

Então por que é que eles retiraram os seus investimentos no Carlyle? Georges Bush pai viajou pelo menos duas vezes, em Outubro de 1998 e em 2000, a Jeddah, a sede familiar dos Bin Laden, na Arábia Saudita. Será que lhes pediu notícias de Ussama, ou simplesmente um cheque? Após as revelações do Wall Street Journal , Jean Becker, porta-voz de Bush Senior, declarou primeiro que Bush Sr. havia encontrado a família Bin Laden uma vez, e a seguir, no dia seguinte: “Depois de ter visto as notas do ex-presidente” … “O ex-presidente Bush não tem relação com a família Bin Laden. Ele encontrou-se com eles duas vezes”. Somente duas? Segundo o Figaro de 31 de Outubro de 2001, Ossama Bin Laden foi internado no hospital americano de Dubai a 14 de Julho de 2001 para uma operação dos rins e recebeu a visita de um responsável da CIA e de vários membros da sua família (para a qual, recorde-se, ele é a ovelha negra e com a qual é suposto ter cortado todos os laços).

Estes membros da família seriam daqueles que possuíam fatias do Carlyle Group? Mistério, tão complexa é a família Bin Laden. Finalmente, a 7 de Novembro de 2001, The Guardian revelava que certos responsáveis do FBI queixavam-se de que “por razões políticas, todas as suas investigações sobre a família Bin Laden haviam sido paralizadas, sobretudo desde que Georges W. Bush tornara-se presidente”. Estas investigações referiam-se a dois irmãos de Ossama Bin Laden, Omar e Abdullah, devido à sua relação com a Assembleia Mundial da Juventude Muçulmana, que faz parte das associações suspeitas de financiar o terrorismo. Estariam eles entre os 24 membros da família Bin Laden residentes nos Estados Unidos, que desapareceram (sob a supervisão do FBI !) do aeroporto de Washington a 14 de Setembro de 2001, três dias depois dos atentados [4] ? Mistério, a lisa completa dos passageiros não foi publicada.(…)
*para ler na íntegra acessar: 
http://resistir.info/varios/carlyle.html

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