RIZOMA – DESENRAIZAR O VERBO SER (DELEUZE E GUATTARI)

*trecho que faz parte da postagem:
http://sarauxyz.blogspot.com.br/2015/05/devir-mulher-e-esquizoanalise-deleuze.html

un rizoma no empieza ni acaba, siempre está en el medio, entre las cosas, interser, intermezo, el árbol es filiación, pero el rizoma tiene como tejido la conjunción “Y… Y… Y…”. en esta conjunción hay fuerza suficiente para sacudir y desenraizar el verbo ser. adónde vas? de dónde partes? adónde quieres llegar? todas estas preguntas son inútiles. hacer tabla rasa, partir o repartir de cero, buscar un principio o un fundamento, implican una falsa concepción del viaje y del movimiento (metódico, pedagógico, iniciático, simbólico…). kleist, lenz o buchner tienen otra manera de viajar y de moverse, partir en medio de, por el medio, entrar y salir, no empezar ni acabar  – deleuze e guattari

 *(tradução automática)

 Um rizoma não começa nem termina, é sempre no meio, entre as coisas, interser, Intermezo, a árvore é filiação, mas o rizoma é a tecer a conjunção “e … e … e “. neste conjunto há força  suficiente para abalar e desenraizar o verbo ser. onde você vai? De onde você é? Onde você está indo? todas estas perguntas são inúteis. tabula rasa, ou se espalhar a partir do zero, procure um princípio ou uma fundação, implica uma falsa concepção de viagens e movimento (metódica, pedagógica, iniciática, simbólico ). Kleist, Lenz ou Buchner ter uma outra maneira de viajar e mover-se, de entre, no meio, dentro e fora, não começar ou terminar  
Deleuze e Guattari

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