8 TONELADAS DE FERRO PARA UM SMARTPHONE

O brasileiro precisa  lembrar sempre que país em desenvolvimento (subdesenvolvido) não progride enquanto trocar toneladas de matéria prima a preço de bananas, por bens de consumo de países altamente industrializados, a preço de ouro!
O Brasil precisa exportar 8 toneladas de minério de ferro a 30 dólares  por tonelada, para comprar um smartphone. E enquanto o preço da tonelada de minério de ferro cai … nosso discernimento custa a  entender que sem indústrias  os empregos somem e o país não vai adiante!

*assunto citado pelo jornalista Heródoto Barbeiro quando entrevistava o físico brasileiro José Goldemberg
  


Minério de ferro cairá para US$ 30 a tonelada, segundo analista – InfoMoney

http://www.infomoney.com.br/bloomberg/mercados/noticia/4152122/minerio-ferro-caira-para-tonelada-segundo-analista
 
Preço do minério exportado por Brasil cai 40% e renova mínima em 4 anos em outubro – InfoMoney

http://www.infomoney.com.br/mercados/noticia/3674726/preco-minerio-exportado-por-brasil-cai-renova-minima-anos-outubro

http://noticias.r7.com/record-news/jornal-da-record-news/videos/especialista-comenta-sobre-as-perspectivas-do-setor-de-energia-brasileiro-05112015

Indústria
https://pt.wikipedia.org/wiki/Ind%C3%BAstri
Brasil

Ver artigo principal: Indústria no Brasil

Mais de 70% da produção industrial do Brasil está na região Sudeste, e 51,8% da produção nacional tendo como responsável o estado de São Paulo, que detém 40,3% dos estabelecimentos industriais.[8]
A industrialização no Brasil se deu do meio da década de 1950 até o fim da década de 1970, focada em substituição das importações, liderada pelo Estado e com participação estrangeira.[28] Assim, houve uma extraordinária transformação industrial no país nas três décadas após o fim da 2ª Guerra Mundial, tendo um desempenho impressionante mesmo quando comparado com outros países da época, quando a economia mundial passava por intenso crescimento.[28]
Há quatro interpretações que explicam a industrialização do Brasil:[29]

  • teoria dos choques adversos: a industrialização do Brasil deveu-se a estímulos à produção industrial vindos de dificuldades no comércio internacional e a uma política interna expansionista;[29]
  • ótica da industrialização liderada pelas exportações: a indústria brasileira crescia juntamente com as exportações no período em que estas cresciam, e decaía quando as exportações decaíam;[29]
  • visão do capitalismo tardio: o desenvolvimento industrial do país foi uma etapa do desenvolvimento de uma economia agrícola de exportação;[29]
  • ótica da industrialização intencionalmente promovida por políticas do governo: a proteção concedida à indústria é que gerou o setor industrial nacional.[29]

O processo de expansão do capitalismo monopolista no Brasil tem sido realizado pela subordinação e dependência da agricultura em relação à indústria.[30] O fordismo desenvolveu-se no país com estilos diferentes, em função do regime político e das políticas econômicas vigentes.[31] A produção e consumo de massa têm se restringido ao Sul e Sudeste.[31] A fase inicial de desenvolvimento industrial e gerencial ocorreu em regimes populistas, que originaram formas paternalistas de relações entre trabalho, capital e Estado.[31] Com a ditadura, surgiram formas muito diferentes de gerenciamento da produção, e o período identificou-se fortemente com o fordismo clássico.[31] Com a democratização política na década de 80, o padrão alterou-se, ocorrendo modernização paralela a mudanças nas economias avançadas, incluindo adoção de sistemas de produção flexíveis.[31] Isto porquê os mercados de exportação tornaram-se mais atraentes, e assim houve estímulo para modernização tecnológica e organizacional, fazendo os processos de produção ligados à exportação atualizarem-se mais amplamente e rapidamente, e guiando investimentos em qualidade e produtividade praticamente apenas neste sentido.[31] Nessa época, houve maior demanda por trabalhadores mais qualificados nas empresas que adotaram novos métodos de produção.[31]
Após a abertura comercial e a implantação do Plano Real, houve investimentos na indústria durante o triênio 1995-97.[32] [33] Com estes investimentos, nesta década, surgiu o toyotismo no Brasil.[26]







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