Página especial na internet trata da fosfoetanolamina

http://www.mcti.gov.br/fosfoetanolamina




Diante da repercussão da distribuição de fosfoetanolamina para fins terapêuticos no tratamento do câncer pelo Instituto de Química de São Carlos (IQSC) da Universidade de São Paulo (USP), o Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação e o Ministério da Saúde, de forma articulada, estão promovendo a realização de estudos para verificar a segurança e eficácia da fosfoetalonamina em instituições nacionais de excelência e com reconhecida experiência na pesquisa e desenvolvimento de fármacos.
A fosfoetanolamina é uma substância que foi isolada pela primeira em 1936 por Edgar Laurence Outhouse do Departmento de Pesquisas Médicas do Instituto Banting da Universidade de Toronto, Canadá. No início dos anos 90 esta substância começou a ser estudada por Gilberto Orivaldo Chierice que integrava o Instituto de Química de São Carlos da Universidade de São Paulo. A partir de resultados preliminares animadores em alguns modelos experimentais em linhagens celulares de câncer e em animais teve início o uso em alguns pacientes portadores de câncer na região da cidade de São Carlos-SP.



  MCTI recebe primeiros resultados da pesquisa sobre a fosfoetanolamina

Celso Pansera se encontrou com pesquisadores que conduzem testes antes de lançar o portal de divulgação com todas as informações sobre os estudos com a molécula.
por Ascom do MCTI

Publicação: 20/01/2016 | 18:14
Última modificação: 21/01/2016 | 14:14 

Crédito: Ascom/MCTI

Na terça-feira (19), o ministro da Ciência, Tecnologia e Inovação, Celso Pansera, se encontrou com os pesquisadores João Batista Calixto, do Centro de Inovação e Ensaios Pré-Clínicos (CIEnP), e Eliezer Barreiro, do Laboratório de Avaliação e Síntese de Substâncias Bioativas da Universidade Federal do Rio de Janeiro (Lassbio/UFRJ), para tratar do andamento das pesquisas com a fosfoetanolamina. Durante o encontro foram apresentados os resultados dos primeiros testes com a molécula, conduzidos pelo Lassbio. Também participou da reunião o secretário de Políticas e Programas de Pesquisa e Desenvolvimento da Pasta, Jailson de Andrade.
Os especialistas do Lassbio fizeram testes com a substância cedida pela Universidade de São Paulo (USP), além de seguir os passos de desenvolvimento da fosfoetanolamina com base na patente depositada no Instituto Nacional da Propriedade Industrial (Inpi) e de sintetizar a substância pura. Nos próximos dias serão divulgados os resultados consolidados desta primeira parte da pesquisa.(…)
*para ler na íntegra, acessar:  http://www.mcti.gov.br/carvao-mineral1?p_p_auth=wKd3bwzu&p_p_id=101&p_p_lifecycle=0&p_p_state=maximized&p_p_mode=view&_101_struts_action=%2Fasset_publisher%2Fview_content&_101_assetEntryId=1321686&_101_type=content&_101_urlTitle=mcti-recebe-primeiros-resultados-da-pesquisa-sobre-a-fosfoetanolamina&redirect=http%3A%2F%2Fwww.mcti.gov.br%2Fbusca-no-portal%3Fp_p_id%3D3%26p_p_lifecycle%3D0%26p_p_state%3Dmaximized%26p_p_mode%3Dview%26_3_keywords%3DFosfoetanolamina%26_3_cur%3D1%26_3_struts_action%3D%252Fsearch%252Fsearch%26_3_format%3D%26_3_formDate%3D1441824476958

 

MCTI recebe remessa de fosfoetanolamina para conduzir experimentos

Fosfoetanolamina é tema de audiência com deputados

O Ministério está trabalhando com seis dos mais capacitados grupos de pesquisa do País na área de fármacos e medicamentos para aprofundar os estudos da substância como medicamento. O desafio em discussão é a realização de testes para comprovar a segurança e a eficácia (fases 1 e 2) da molécula no tratamento do câncer e, assim, auxiliar a Anvisa na decisão sobre o uso do composto como medicamento. Crédito: Ascom/MCTI
O ministro Pansera anunciou a definição de um plano de trabalho para a validação da molécula. O anúncio foi feito após reunião com o secretário do MCTI Jailson de Andrade, o presidente do CNPq, Hernan Chaimovich, e pesquisadores. Crédito: Ascom/MCTI

 

O ministro Celso Pansera anunciou que o Governo Federal planeja obter 500 gramas da substância distribuída por ordem judicial pela USP e solicitar ao INPI o conteúdo do pedido de patente da molécula, a fim de dar continuidade ao plano de pesquisa para validar ou não os efeitos do composto, que pode vir a ser usada no tratamento do câncer. Ele discutiu a questão com representantes dos laboratórios envolvidos no trabalho e do Ministério da Saúde. Crédito: Ascom/MCTI

 

25.11 – Contrato de liberação de verbas para pesquisa com a fosfoetanolamina

O documento assinado pelo ministro Pansera libera R$ 2 milhões para que os laboratórios possam dar início aos testes pré-clínicos da substância. Prazo mínimo para conclusão da primeira etapa de ensaios é de sete meses. Crédito: Ascom/MCTI


Os estudos conduzidos pelo Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI) sobre a eficácia e a segurança toxicológica da fosfoetanolamina para uso por humanos deram um novo passo. Nesta semana, os 500 gramas da molécula requisitados junto à Universidade de São Paulo (USP) foram entregues à Pasta e serão distribuídos aos três laboratórios credenciados para conduzirem as pesquisas.
Instituto de Química de São Carlos – USP – Esclarecimentos à sociedade




https://pt.wikipedia.org/wiki/Fosfoetanolamina

A fosfoetanolamina é um composto químico orgânico presente naturalmente no organismo de diversos mamíferos. Ela ajuda a formar uma classe especial de lipídeos, os esfingolipídeos, moléculas que participam da composição estrutural das membranas das células e das mitocôndrias. Do ponto de vista bioquímico, trata-se de uma amina primária envolvida na biossíntese de lipídeos. Além dessa função estrutural de formar a membrana celular, ela possui ainda uma função sinalizadora, ou seja, a fosfoetanolamina informa o organismo de algumas situações que as células estão passando.(…) *leia mais no link acima da Wikipédia

CONTROVÉRSIA

No Brasil, uma versão artificial da fosfoetanolamina começou a ser sintetizada pelo químico Gilberto Chierice, então professor do Instituto de Química de São Carlos (IQSC) no final da década de 1980.[carece de fontes] Após alegações de que essa fosfoetanolamina sintética teria propriedades de combater alguns tipos de tumores,[carece de fontes] pacientes acometidos pela doença e seus familiares têm obtido liminares na justiça para conseguir acesso às cápsulas produzidas pelo IQSC.[13] No entanto, como a fosfoetanolamina não possui registro na Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), ela não possui bula e nem pode ser comercializada no Brasil.[14] [15] [16] [17] [18]
Em novembro de 2011 a Academia Brasileira de Ciências (ABC) manifestou-se contrariamente ao uso da droga em seres humanos. Dentre outras razões, o comunicado da ABC informa que não há evidências pré-clínicas documentadas e oficiais sobre a toxicologia, testes em animais, testes da farmacologia, a eficiência da droga sua segurança e não há, também, estudos clínicos (testes em humanos) comparando sua eficiência aos tratamentos convencionais contra o câncer. Portanto, não é possível afirmar se a droga ajuda como alegado, nem garantir a qualidade e a estabilidade dos lotes produzidos pelo USP de São Carlos. O comunicado recomenda que a droga não seja utilizada em seres humanos até que estudos pré-clínicos e clínicos sejam realizados, documentados oficialmente e demonstrando a eficácia e a segurança da fosfoetanolamina.[19]
Para ser aprovada sua comercialização, qualquer futuro medicamento com potencial terapêutico deve passar por uma série de testes que comprovem sua eficácia e segurança. Dentre os diversos testes determinados em conselho consultivo da Agência Nacional de Vigilância Sanitária, que regularmente abre espaço para consultas públicas a todos os interessados sobre seus métodos, regulamentos e diretrizes[20] estão os testes pré-clínicos, que incluem inclusive testes em animais para determinar, entre outros parâmetros, sua dose letal e os riscos a saúde a qualquer novo composto[21] bem como testes clínico, sendo esses últimos realizados em voluntários sadios. Toda essa documentação, juntamente com regulações sobre regularidade e os ensaios de qualidade devem compor o dossiê técnico do medicamento[22] para servir de garantia de que o medicamento funciona e além disso não irá deixar sequelas ao paciente.
Testes pré-clínicos para indicações de epilepsia vêm sendo descritas[23] , mas não há documentação técnica oficial, por ora, para outras indicações, inclusive para o câncer.
Sob esses argumentos, o Conselho Regional de Farmácia de São Paulo (CRF-SP), em inspeção sanitária, autuou o Instituto de Química de São Carlos, por produzir composto sem estar regulamentado, não possuir registro de fabricação e nem possuir as condições mínimas sanitárias para produzir qualquer substância química que receba o nome de medicamento.[24] Em comunicado, o CRF-SP não inspecionou antes o instituto pois não considerava a fosfoetanolamina um medicamento, por não contar com nenhum relatório oficial da sua atividade farmacológica contra o cancro e ainda estar em fase de desenvolvimento. E, com a judicialização da medicina, e após a decisão judicial, o composto saiu do status de composto candidato a fármaco em fase preliminar de desenvolvimento, para composto utilizado em terapia medicamentosa com potencial risco sanitário e à saúde. O Instituto de Química de São CarlosUSP, em comunicado, compartilha do mesmo entendimento legal de que não tem condições sanitárias de produzir nenhum medicamento. A Vigilância Sanitária, órgão a quem compete uma possível interdição do laboratório, foi notificada mas ainda não se pronunciou sobre o caso.[25]
Em novembro de 2015 o Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação anunciou a destinação de R$ 10 milhões para as atividades ligadas à pesquisa da fosfoetanolamina em um período de dois anos, visando a determinar se há ou não eficácia e segurança da substância no tratamento do câncer.[26]

*ver também:
Página especial na internet trata da fosfoetanolamina
 http://www.bonde.com.br/?id_bonde=1-27–133-20160122

http://caiogf.jusbrasil.com.br/noticias/234312566/fosfoetanolamina-sintetica-a-chance-de-cura-do-cancer-negada-pelo-estado

COMENTÁRIOS NESTA POSTAGEM:

 
Isolada em 1936, mas SINTETIZADA pela primeira vez pelo químico brasileiro Dr Gilberto Chierice, da Universidade de São Paulo – USP.

 
Médicos oncologistas do Sírio Libanês – SP (Brasil) sempre negaram que receitavam fosfoetanolamina para seus pacientes. Será ?

Veja https://www.facebook.com/deiseilha/posts/1185608734785856

Nessa mesma postagem, médico receita fosfoetanolamina sintética para médico.

Interessante o vídeo: http://youtu.be/oxHxEM7gCZw

ANVISA liberou CAELYX que contém FOSFOETANOLAMINA: http://folhanobre.com.br/2016/01/15/bomba-descoberta-trapaca-da-anvisa-ela-nao-quer-liberar-cura-do-cancer-pelo-fosfoetanolamina-mas-liberou-caelyx/18025

A Fosfoetanolamina será liberada, nem que tenhamos que sintetizá-la em casa em baldes !


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