Heródoto Barbeiro, Ricardo Kotscho e a "Pílula do Câncer"

Sobre Heródoto Barbeiro, Ricardo Kotsho e a aprovação no congresso do uso da “Pílula do Câncer”, com a substância fosfoetanolamina, pesquisada pela USP de São Carlos

*Quando tenho tempo assisto o jornal que o Heródoto Barbeiro faz na Record News, fico entre o jornal dele e o da Tv Brasil, o da Globo e o da Tv Cultura saio correndo! Como diz o Heródoto, ele tenta apresentar vários pontos de vista dos assuntos, para que os telespectadores possam fazer uma avaliação mais sensata a respeito dos fatos. Ontem ele trouxe um dos diretores do instituto brasileiro de controle do câncer para falar sobre, clique na frase a seguir :
Congresso aprovou o uso da “pílula do câncer.”
e leia o que Heródoto postou no blog dele antes da entrevista. 
A entrevista foi estranhíssima, porque o tal diretor mostrou-se totalmente mal informado ou alheio até, às pesquisas da USP São Carlos. Se o congresso aprovou a tal substância, se a presidenta irá vetar ou não a decisão do congresso e se as pessoas que já fazem uso da tal substância foram ouvidas…não sei… as lacunas do diretor do IBCC na entrevista foram enormes e reveladoras da política “neoliberal” impregnada, desde sempre…dos laboratórios multinacionais que invadem tudo, explorando demasiadamente os doentes que necessitam dos remédios que eles fabricam e da cumplicidade da área médica, que simplesmente resolve ficar indiferente, em sua maioria…ou será que não?


O entrevistado não pode equipara-se às ótimas perguntas de um de nossos maiores jornalistas, Heródoto Barbeiro, que sentiu-se impotente perante tantos conflitos ideológicos e … melhor nem dizer…

Esta postagem é um reconhecimento público a estes dois jornalistas, Heródoto Barbeiro e Ricardo Kotsho, que diariamente tentam driblar inúmeros obstáculos e ainda assim conseguem ter dignidade jornalística neste caos de mentiras e omissões do “telejornalismo brasileiro” que anda parecendo cada vez mais um folhetim barato de última categoria.

Lembro de Heródoto Barbeiro apresentando o programa Vox Pupuli na Tv cultura nas décadas de 60 e 70, e dele como âncora do Jornal da Tv Cultura e do Roda Viva. A Tv Cultura pisou na bola o perdendo!

Ricardo Kotsho com sua enorme simpatia, faz comentários ótimos que deflagram seu enorme senso de humanidade e sua grande preocupação social!

A questão sobre a “Pílula do Câncer” nos mostra claramente toda a polêmica existente entre pesquisadores, empresários, classe médica, políticos, Estado, povo… e muito mais, a ciência sempre esteve entre a cruz e a caldeirinha, e neste mundo capitalista fracassado, as coisas pioraram muito, o povo em situação financeira ruim, não tem tempo para esperar… e faltou dizer do tempo das pesquisas feltas com medicamentos, muitas pesquisas de laboratórios multinacionais tem seu tempo reduzido, ou por urgências das doenças ou por…

Nadia Gal Stabile – 25 03 2016


http://noticias.r7.com/blogs/herodoto-barbeiro/2016/03/23/vale-tudo-para-aparecer/

http://www5.iqsc.usp.br/esclarecimentos-a-sociedade/

https://pt.wikipedia.org/wiki/Her%C3%B3doto_Barbeiro

Heródoto de Souza Barbeiro (São Paulo, 28 de março de 1946) é um jornalista, historiador, professor e advogado brasileiro.[2]

  1. Carreira

    Formado em História pela Universidade de São Paulo, onde também cursou, além da licenciatura, pós-graduação e mestrado. Antes de ser jornalista, foi professor durante vinte e cinco anos de história contemporânea, lecionando na própria USP e no Colégio Objetivo. Eterno estudioso, cursou também direito e por fim jornalismo na Faculdade Cásper Líbero. Concorreu a uma cadeira na Câmara dos Deputados pela ARENA nas Eleições de 1974, tendo recebido 25682 votos, porém, insuficientes para elegê-lo.[3] Em 1980, junto com Leonel Brizola e Terezinha Zerbine participou da fundação do Partido Democrático Trabalhista (PDT), em São Paulo. Em 1982, com Rogê Ferreira e Euzébio Rocha foi candidato a deputado federal. Foi o mais votado do PDT, mas o partido não conseguiu voto de legenda suficiente. Em 1986, filiou-se ao Partido dos Trabalhadores (PT), em sessão do Diretório Municipal com a presença do professor Florestan Fernandes, José Américo, Eduardo Suplicy e outros. No mesmo ano, foi convidado pelo partido para ser candidato a deputado federal. Ficou na terceira suplência da bancada do PT na Câmara. Foi filiado e contribuinte do partido por dezenove anos. Desfiliou-se em janeiro de 2002, primeiro mês da presidência de Lula, por achar que poderia criar um conflito de interesse com a profissão de jornalista, uma vez que agora o partido estava no poder. Depois disso só participa de política pública, nas áreas de educação, cidadania e preservação do meio ambiente na Sociedade Ambiental Amigos de Taiaçupeba (SAAT), onde possui uma Reserva Particular de Patrimônio Ambiental (RPPN).
    Sua carreira na televisão começou em meados da década de 1970 na TV Gazeta, na atração Show de Ensino,[4] que unia jornalismo e professores explicando os fatos. Heródoto só foi cursar jornalismo após um convite para trabalhar na Rádio Jovem Pan, onde foi exigido que tivesse o diploma. Em 1991 participou da criação da rádio CBN, onde foi âncora e gerente de jornalismo do Sistema Globo de Rádio. Na TV Cultura, onde esteve por 17 anos, foi apresentador de vários programas, dentre eles o Roda Viva em duas ocasiões: entre 1994 e 1995, e entre 2009 e 2010.[5] Em 2002 participou do filme brasileiro de Durval Discos.
    Recebeu da comunidade budista Soto Zen Shu o título de monge budista leigo, que lhe confiou o nome de um de seus patriarcas, Gento Ryotetsu.
    Em janeiro de 2011, Heródoto deixa a rádio CBN e a TV Cultura para trabalhar na Record News[6] como âncora e editor chefe do Jornal da Record News.

    Livros publicados

    • Diário de Viagem do Tenente GH Preeble, Revista de História, 99 – 1974, SP
    • Enciclopédia Modular, Ed. Formar, 1976, SP
    • História Geral e do Brasil, Ed. Formar, 1976, 10 vol., 1976, SP
    • História Geral, Ed. Moderna, 1976, SP
    • Caderno de Atividades de História Geral, Ed. Moderna, 1977. SP
    • História do Brasil, Ed. Moderna, 1978, SP
    • Caderno de Atividades de História do Brasil, Ed. Moderna, 1979, SP
    • História da América, Ed. Moderna, 1980; SP
    • Biblioteca Lisa, 5 vols, Ed. Lisa, 1980, SP
    • Curso de História do Brasil, Ed. Harper & Row, SP. 1983
    • Curso de História Geral, Ed. Harper & Row,SP, 1983
    • Curso de História da América, Ed.  Harper & Row,SP, 1984
    • O que Pensam os Presidenciáveis ( Lula, Maluf, Covas, Brizola, Freire,Afif) Ed. Harbra, SP, 1989
    • Agenda do Século – Ed. Ativa,SP, 1999
    • Agenda Brasil 500 Anos –( Ed. Ativa,SP, 1999
    • Brasil 500 Anos – Um Sobrevoo Crítico da História do Brasil,(c/ Bruna Cantele) Ed. Nacional, 2000
    • Você na Telinha, Ed. Saraiva,
    • Liberdade de Expressão, ( c/C.H.Cony e A. Xexeu), Ed. Saraiva,2ed.,
    • Falar Para Liderar, Ed. Saraiva,SP,7ed., 2012
    • Liberdade de Expressão 2 (c/C.H.Cony e A. Xexeu), Ed. Saraiva,
    • Mundo Corporativo, Ed. Saraiva,
    • Manual de Radiojornalismo,(c/Paulo Rodolfo) Ed. Campus,RJ,3ed,2003
    • Manual de Telejornalismo,(c/ Paulo Rodolfo) Ed. Campus,RJ. 2ed,2002
    • Manual de Jornalismo Esportivo,(c/ Patricia Rangel)Ed. Contexto, SP,
    • Os Ambiciosos (c/B.Cantele) Ed. Do Brasil,
    • Buda, Mito e Realidade, Ed. Madras, SP. , 4ed, 2012,
    • Fora do Ar, Ediouro, RJ,
    • Bate Papo com a Nossa História)c/B.Cantele)  2 vols. Ed Scipione,
    • Por Dentro do Mundo Corporativo, Ed. Saraiva,SP,
    • História De Olho no Mundo do Trabalho, (c/B. Cantele e C.A. Schneeberger), Ed. Scipione,
    • O Livro dos Políticos (c/Bruna Cantele), Ediouro, RJ,2008
    • Meu Velho Centro, Ed. Boitempo, SP,
    • Panorama da História, (c/B.Cantele e C.A.Schneeberger), Ed. IBEP, SP,
    • Crise e Comunicação Corporativa, Ed. Globo, 2010,SP,
    • Buscando o Equilíbrio, (c/J.R.Santiago), Ed.Ed. Novatec, SP,2011;
    • Sócrates, Platão e Cia,(c/ Marly Peres) Ed. Idea,SP, 2010,
    • Mídia Training- Como Usar a Media a Seu Favor, Ed. Saraiva,
    • O Que a Vida Me Ensinou, Ed.Saraiva, 2012
    • Manual de Jornalismo,(c/ Paulo Rodolfo) Ed. Elsevier,RJ, 2013
    • Desvendando o Renascimento ( c/ Bruna Cantele) Ed. Discovery. SP. 2014
    • Budismo – Ed. Belaletra, S.Paulo. 2014
    • Retratos da Cidade ( et alli) Ed. Boitempo, SP, 2014[7]
    • Provocações Corporativas – Como o conhecimento de mundo pode gerar boas soluções corporativas, Ed. Alta Books, RJ, 2015

    Prêmios

    • Prêmio IMPRENSA DA ABRACE – Associação Brasileira de Grandes Consumidores de Energia – 1997
    • Economista do Ano – jornalismo da Ordem dos Economistas do Brasil -2009
    • Prêmio Abecip de Jornalismo – 2012
    • Premio APCA de  Jornalismo -2002
    • I Premio West Plaza de Jornalismo –Defesa do Consumidor – Telejornalismo – 1994
    • Prêmio APCA – jornalismo – 1997
    • Líbero Badaró= Grande Prêmio de Jornalismo – 1992
    • Premio Simon Bolivar, Parlamento Latino Americano – 1996
    • Prêmio APCA de Jornalismo – 1998
    • Rotary – Prêmio Rotary de Comunicação – 1997
    • Premio Itau-Unicef 1997
    • Prêmio Destaque radiodifusão Câmara Municipal Rio de Janeiro – 1999
    • APCA – melhor âncora – 2000
    • Troféu Armando Ferrentini, 2000
    • Prêmio PNBE Pensamento Nacional das Bases Empresariais – 2002
    • APCA – jornalismo , 2002
    • Ateneu Rotário Jornalismo – 2001
    • Ayrton Senna – grande prêmio de jornalismo – 2001
    • Prêmio Clio –Academia Paulistana de História – Liberdade de Expressão – 2003
    • Comunique-se , 2003
    • APCA – jornalismo – 1999
    • APCA – jornalismo – 2003
    • Prêmio Comunique-se 2005
    • Troféu Dia da Imprensa – Rev.Imprensa – 2006
    • Comunique-se Mestre de Jornalismo- 2007
    • Comunique-se 2007
    • Prêmio Keiko Okura – Oboré – 2007
    • Medalha Tobias de Aguiar – PMSP, 2008,
    • Comunique-se 2010 Destaque Nacional-2010
    • Premio Jornalistas e Cia/HSBC de Imprensa e Sustentabilidade -2012
    • Premio ABECIP de Jornalismo – 2012

    Referências


  2. “Heródoto Barbeiro: “O Jornalismo é minha grande paixão. Cásper Líbero. 10-11-2009.

  3. Biografia de Heródoto Barbeiro, para o Museu da Televisão Brasileira

  4. Tribunal regional Eleitoral de S. Paulo (26 de novembro de 1974). “Resultados eleitorais finais em São Paulo”. Folha de S. Paulo, Ano LIV, edição número 16695, Seção Nacional, página 4. Consultado em 9 de abril de 2013.

  5. Imprensa Oficial lança livro de Elmo Francfort sobre história da TV Gazeta

  6. TV Cultura – Sobre o programa Roda Vida

  7. Heródoto Barbeiro troca CBN e Cultura pela Record

  8. Veja fotos e histórias do parque Shangai, o Playcenter dos anos 1950, Folha de S.Paulo, visitado em 12 de outubro de 2014



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Ricardo Kotscho (São Paulo, 16 de março de 1948) é um jornalista brasileiro.
É casado e pai de duas filhas, sendo uma delas, Mariana Kotscho, também jornalista.
Iniciou a carreira no jornalismo aos 16 anos no jornal Folha Santamarense. Depois, passou pelas redações dos jornais O Estado de S. Paulo, Folha de S. Paulo, Jornal do Brasil, das revistas Isto É, Época e, na televisão, pela TV Globo, CNT, SBT e Rede Bandeirantes. Atualmente é comentarista do Jornal da Record News e repórter especial da Revista Brasileiros.
Durante o governo Figueiredo, no início da década de 1980, quando era correspondente do Jornal do Brasil na Alemanha Ocidental, foi condenado pelo II Tribunal de Alçada do Rio de Janeiro a um ano e quatro meses de prisão, com sursis, por ter publicado uma entrevista na qual um juiz era apontado como o amigo influente do pai de um traficante de drogas. Kotscho comprovou que a citação era baseada em declaração original do entrevistado ao jornal suíço Neue Zürcher Zeitung. Ainda assim foi condenado, em ação proposta por aquele magistrado.[1]
Ameaçado e pressionado, Kotscho viu-se impelido a virar correspondente na Alemanha, entre 1977 e 1978. De 2003 a 2004, durante o governo Lula, foi Secretário de Imprensa e Divulgação da Presidência da República.[2]
Recebeu por quatro vezes o Prêmio Esso de Jornalismo — o mais importante da categoria, no Brasil — e é autor de vários livros.

 Obras

  • O Massacre dos Posseiros (Brasiliense)
  • A prática da reportagem (Ática);
  • Serra Pelada: uma ferida aberta na selva (Brasiliense)
  • Explode um novo Brasil — Diário da campanha das Diretas (Brasiliense);
  • Do golpe ao Planalto: uma vida de repórter (Companhia das Letras).

https://pt.wikipedia.org/wiki/Ricardo_Kotscho


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